Mas vamos por partes, por que antes do trio emanar uma santa dose de ”Macumba Afrocimética”, teve Davala e o Núcleo Sujo, abrindo os trabalhos às 21:00 (sempre em sincronia com o fuso horarário 4:20 de Brasília) e lançando o debutante do quarteto, que além de destilar o pensamento em conserva das mazelas sociais com flow’s inspirados e beats em motion, ainda ressalta o verdadeiro papel de uma casa que abriga qualquer expressão de arte: renovar o meio que habita.
Foi bacana ver um projeto que nasceu na própria casa, virar atração de abertura dentro de um line up com grandes bandas, promovendo o lançamento do disco com a casa lotada. Sem dúvida alguma, quem estava presente notou que o quarteto destila um belo som e que a criatividade reina nas letras, bem como nas interessantes linhas de baixo Lucas Oliveira,
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