Só que enquanto você paga de gênio, tirando notas altíssimas no colégio, impressionando professores com teses filosóficas milhares de anos luz à frente de seu patamar intelectual, sua vida segue queimando as gotas do tempo em meio a pilhas de Nietzsche e bolachas do Elvis.
Mas bem na última etapa do processo, depois de apresentar uma singular produção com seu nome nos créditos, Jim não aguentou as críticas e largou tudo, ele estava praticamente formado, mas nem se deu ao trabalho de buscar o diploma. No dia da entrega ele estava fumando maconha em Venice Bech.
Line Up:
Jim Morrison (vocal/percussão)
Ray Manzarek (piano/teclado/vocal)
Robby Krieger (guitarra/vocal)
John Densmore (bateria/vocal)
Larry Knechtel (baixo)
Paul Rothchild (vocal)
Track List:
”Break On Through (To The Other Side)”
”Soul Kitchen”
”Crystal Ship”
”Twentieth Century Fox”
”Alabama Song (Whiskey Bar)” – Kurt Weill/Bertolt Brencht
”Light My Fire”
”Back Door Man” – Willie Dixon/Chester Burnett
”I Looked At You”
”End Of The Night”
”Take It As It Comes”
”The End”
Ele fazia delas mais profundas e tirava o pouco que de fato lhe interessava. Sua vida foi intensa e a forma devassa e com clara inspiração poética com a qual guiou seu romance Dionisíaco, deixa isso claro, mas o que nos encantada em relação a sua imagem e seu legado, é o por quê de tudo isso.
Todos eram diferenciados, intelectuais, artísticos e a procura de um ”algo a mais” que nunca será encontrado, tampouco entendido. Pode ser uma prova teórica (em vinil), para o entendimento de uma tese filosófica inconclusiva sobre o impacto deste fenômeno psicoativo.
Digo apenas que é único, fantástico e fruto de algo que não merece ser torturado até criar algum néctar de informação. Escrever sobre essa banda nunca pode ser algo definitivo, algo sempre fica em aberto e eu prefiro que seja a música. Garanto que Morrison estaria rindo dessa falta de conclusão, mas foi aqui que o dilema começou, com gosto de sangue, alucinógenos, requintes de bruxaria e um Whisky para passar o tempo… Set The Xamã Free!
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