Primeiro fez um conference call com Joe Bonamassa, Jason Bonham e Derek Sherenian para criar o Black Country Communion. Foram três discos ótimos e um live excepcional, mas a batalha de egos entre os já desgastados Bonamassa-Hughes, acabou decretando o fim do Blues-Rock excelente que o quarteto criava quando se encontrava.
Line Up:
Glenn Hughes (vocal/violão/baixo)
Chad Smith (bateria)
Luís Carlos Maldonado (guitarra/violão)
JJ Marsh (guitarra)
George Nastos (guitarra)
Anders Olinder (teclado)
Ed Roth (teclado)
Ana Lenchantin (violoncelo)
Track List:
”Crave”
”First Underground Nuclear Kitchen”
”Satellite”
”Love Communion”
”We Shall Be Free”
”Imperfection”
”Never Say Never”
”We Got 2 War”
”Oil And Water”
”Too Late To Save The World”
”Where There’s A Will”
Glenn tem espaço para solar, toma conta dos vocais e o violão surge com outro toque na jam, as linhas se entrelaçam e o sentimento fica tão claro quanto os riffs de guitarra. A trocação do groove segue ardente, Chad tomou conta da bateria e diferentemente da herança do disco anterior (”Music For The Divine” de 2006), aqui ele toca em todas as faixas e o faz de forma arrebatadora. A coisa fica com uma energia bem Red Hot Chili Peppers mesmo, ”We Shall Be Free” mostra isso, mas o DNA do Hughes surge em temas como ”Imperfection”, ”Never Say Never” e ”We Got 2 War”.
Espero sinceramente que a sequência desse trabalho apareça logo, creio que o swing agridoce deste balanço não pode esfriar. A sequência de ”Oil And Water”, a elevação dos lamentos da maior e mais bem construída faixa do disco, ”Too Late To Save The World” ou da saideira ”Where There’s A Will”, definitivamente precisam de mais combustível. O Funk desse cara pesa e isso é raro, esta fagulha não pode se perder.
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