Novo álbum do Machine Head, UNATØNED, marca uma nova fase na carreira da banda com peso, melodia e ousadia.
O Machine Head retorna com força total em seu 11º álbum de estúdio, UNATØNED, lançado em 25 de abril de 2025 pela Nuclear Blast/Imperium Recordings.
Este trabalho marca uma nova fase para a banda, apresentando os estreantes Reece Scruggs (guitarra) e Matt Alston (bateria) .
Com duração de 41 minutos, UNATØNED é o álbum mais conciso da carreira do grupo. Robb Flynn, líder e fundador, impôs regras criativas rigorosas: todas as faixas deveriam ter menos de quatro minutos, incluir mudanças de tonalidade fora do convencional e apresentar refrões finais distintos dos iniciais . Essa abordagem resultou em um disco direto, agressivo e emocionalmente carregado.(Wikipedia, Machine Head)
O álbum abre com “Landscape Øf Thørns”, uma introdução instrumental atmosférica que prepara o terreno para “Atømic Revelatiøns”, inspirada na ideia da “Atomic Priesthood”, uma religião fictícia criada para alertar futuras gerações sobre resíduos nucleares .
“Unbøund”, o primeiro single, combina o groove de Burn My Eyes com a intensidade de The Blackening, refletindo a energia renovada da banda.(Machine Head)
“Øutsider” aborda o tema de cortar laços com pessoas tóxicas, enquanto “Nøt Løng Før This Wørld” surpreende por ser a primeira música da banda com vocais totalmente limpos. “These Scars Wøn’t Define Us” serve como hino de resiliência, e “Dustmaker” oferece uma pausa instrumental com influências de trip-hop.
“Bønescraper” destaca-se pelo seu refrão impactante, e “Addicted Tø Pain” traz uma abordagem moderna com toques de nu-metal. “Bleeding Me Dry” é uma balada emocional sobre perda e luto, e “Shards Øf Shattered Dreams” mergulha nas raízes hardcore da banda. O álbum encerra com “Scørn”, uma balada ao piano que representa uma ousada inovação para o grupo.(Roadie Crew, Bravewords)
Produzido por Robb Flynn e Zack Ohren, com mixagem de Colin Richardson e Chris Clancy, e masterização de Ted Jensen, o álbum apresenta uma sonoridade polida e poderosa . A arte da capa, criada por Seth Siro Anton, complementa a estética sombria e introspectiva do trabalho.(Bravewords, Roadie Crew)
A recepção crítica foi mista. O site Metal On Tap elogiou o álbum como “um retorno feroz e emocionalmente carregado” . Já o Distorted Sound deu uma nota 7/10, destacando momentos empolgantes que incentivam múltiplas audições.
Por outro lado, o Angry Metal Guy foi mais crítico, atribuindo 2 de 5 estrelas e apontando uma falta de coesão entre faixas fortes e outras consideradas descartáveis.
Em resumo, UNATØNED é uma declaração ousada de uma banda veterana que continua a desafiar seus próprios limites. Combinando agressividade, melodia e inovação, o álbum solidifica o Machine Head como uma força criativa no cenário do metal contemporâneo.(Nuclear Blast, Radio Rock)
