Top 5 Melhores álbuns ao vivo do Rock´n roll!

É no palco que as coisas acontecem, é onde o rock se apresenta com todas as suas faces! Confira nosso Top 5 de melhores álbuns ao vivo da história do rock! 

Para nosso top 5 de melhores álbuns ao vivo do rock´n roll levamos em consideração não apenas a qualidade do registro, a intenção de gravar e lançar o álbum ao vivo como material oficial, como parte da discografia da banda. Consideramos também a importância do show para a história do rock. Fizemos a lista em ordem cronológica de lançamento dos álbuns. Se é difícil escolher apenas cinco álbuns para figurar entre os melhores registros ao vivo da história do rock, o que dizer de determinar qual entre os cinco é o melhor, o segundo melhor e assim por diante. Houve apenas um entrave: chegamos ao consenso de serem sete álbuns indispensáveis para estarem entre os cinco melhores na categoria aqui abordada. Foi duro decidir quais deixaríamos de fora. Confiram a lista com os álbuns que entraram para o Top 5. Deixem nos comentários quais álbuns ficaram de fora da lista e que vocês acham que deveriam entrar para a nossa lista.

[Confira também nosso Top 5 Fundadores do Stoner Rock clicando nesse link] 

1. The Who: Live at Leeds   

Nenhuma lista sobre os maiores álbuns ao vivo ou maiores shows da história do rock pode deixar o The Who de fora. Isso porque estamos falando da banda que no palco encarna a essência do rock´n roll! Quem já assistiu algum vídeo de shows do The Who durante as décadas de 60 e 70 sabe bem do que estou falando. Trata-se de uma banda cuja presença de palco é marcante em três dos quatro membros da banda. As giradas de baquetas, as levantadas e o entusiasmo de Ketih Moon atrás da bateria, os giros do microfone e a sensualidade de Roger Daltrey só perdem para o criativo repertório de “truques” usado por Pete Townshend em seus shows. O guitarrista do Who supera todos os outros quando o assunto é performance no palco. Como competir com os giros de 360 graus dos seus braços para tocar a guitarra, os pulos que o faziam parar no ar se igualando ao beija flor, ao helicóptero e ao Dadá, as deslisadas no fim das músicas ou no início de algum solo, além claro do “sacrifício” de suas guitarras e amplificadores no final das apresentações?! Se bem que nos shows do The Who todos os instrumentos acabavam sendo destruídos no final do show. Keith Moon sempre se contaminava pela ação destrutiva de Pete Townshed e a bateria acaba indo pro saco também. 

Live at the Leeds foi gravado em 1970 durante o Dia dos Namorados Britânico. O local escolhido para receber o show foi a Universidade de Leeds. O registro original conta com a seguinte setlist:  Lado A – 1. “Young Man Blues” (Alison) – 4:45, 2. “Substitute” (Townshend) – 2:05, 3. “Summertime Blues” (Capeheart, Cochran) – 3:22, 4. “Shakin’ All Over” (Kidd) – 4:15. O Lado B – traz 1.”My Generation” (Townshend) – 14:27, 2. “Magic Bus” (Townshend) – 7:30.

Este é o registro original, que fez de Live at the Leeds ser consagrado como um dos melhores registros ao vivo da história do rock. A ideia original da banda era gravar um álbum ao vivo com músicas de sua ópera rock Tommy, que desde 69 vinha sendo promovido pelo The Who em suas turnês. Talvez por estarem de saco cheio de tocar as músicas do Tommy a banda decidiu de última hora mudar o setlist do álbum ao vivo. São três covers: Young Man Blues (Alison), Summertime Blues (Capeheart, Cochran) e Shakin’ All Over (Kidd). Nenhuma das três até Live at Leeds havia sido lançada em álbuns anteriores da banda. Young Man Blues aparece na versão deluxe de Tommy e Sumertime Blues na versão deluxe de The Who Sell Out. Um fato interessante e que até agora não tinha me atentado é que Substitute não consta em nenhum álbum anterior a Live at Leeds. Ela aparece como faixa onze do CD 1 de um box lançado no Japão. Achei esse fato bastante curioso. Já Magic Bus saiu primeiramente na primeira compilação da banda intitulada Magic Bus de 1968. Em My Generation a banda mostra toda sua potência ao vivo. Improvisos surgem após a execução da música e temos nos quase dezesseis minutos de duração da faixa mostrando do que é capaz o The Who em cima do palco. 

Quero abrir um parenteses afim de acrescentar uma observação a respeito da especificidade do álbum ao vivo que vale para todos os álbuns gravados nesse formato. Essa preocupação surge pelo fato de parecer estranho citarmos aspectos visuais dos shows das bandas quando estamos analisando um álbum. Talvez alguém esteja se perguntando: “Mas a performance da banda no palco não seria importante apenas se pudéssemos assistir o show?” Respondo categoricamente: NÃO! O processo de gravação de um álbum ao vivo e em estúdio é completamente distinto. O show não pode parar, erros não podem ser corrigidos, não é possível parar e acrescentar novas idéias, etc. Sendo este um formato que reproduz apenas o áudio, por que abordar a performance da banda no palco? Vejam, a beleza de um álbum ao vivo está no fato de ser único, ser “natural”, no sentido de tudo feito pelos músicos no palco refletir na sonoridade das músicas. Desse modo entender a performance da banda no palco, bem como sua interação com o público e entre si mesmos ajuda a entender o que ouvimos no álbum.   

 Ficha Técnica:31665-a

Gravação: fevereiro de 1970

Lançamento: maio de 1970

Duração: 36 min e 24 seg. (original)

Gravadora: Track Records

Produção: The Who e Kit Lambert

 

 

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2. Rory Gallagher: Irish Tour

Esse álbum pelo que me lembro foi o primeiro com o qual pirei! Nunca havia ouvido falar no Rory Gallagher, foi quando Danilo me ligou pra dizer que havia comprado uma preciosidade: o DVD do show Irish Tour do Rory Gallagher. Isso foi em 2003 e o cara havia encontrado o DVD importado e gastado suas economias daquele mês para saciar a vontade que o corroía de assistir aquilo  A primeira vez que vi o voo do albatroz sobre as pedras que lutam contra a fúria das ondas do mar na costa irlandesa enquanto ao fundo o som da guitarra do Rory vem surgindo… é uma das lembranças mais caras que tenho! Perdi a conta de quantas vezes virei a noite em companhia de meus amigos assistindo Irish Tour e bebendo todas. 

Irish Tour, o álbum, registra a passagem de Rory Gallagher por várias cidades irlandesas durante o mês de janeiro de 1974. Foram registrados os shows em Belfast (no Belfast Ulster Hall), Dublin (no Dublin Carlton Cinema) e Cork (no Cork City Hall). Portanto o álbum não é o registro de um único show como o filme/doc Irish Tour pode fazê-lo pensar. Mais adiante falo sobre as particularidades do filme. Bom, Rory Gallagher é sem dúvida um dos maiores guitarristas de todos os tempos. Ele possui uma verve bluseira forte e que no palco emana de forma violenta. Trechos do filme Irish Tour mostram um Rory Gallagher tímido, introspectivo nos bastidores. Quando sobe no palco e empunha a guitarra, o bluesman/rocker irlandês se transforma. Ou melhor, ele surge! Na minha opinião a sonoridade do Rory ao vivo tem muito mais vigor, muito mais intensidade do que a produzida em estúdio. Tudo bem que essa característica pertence a todos os sons registrados ao vivo, mas vejo uma distinção mais forte entre os registro de estúdio e os ao vivo do Rory Gallagher que de outros artistas e bandas. Seu habitat natural é o palco, é onde se sente mais a vontade.

Irish Tour, o filme, parece ser o registro de um único show. Além das cenas durante a apresentação mostrarem sempre o mesmo local, podemos identificar as mesmas pessoas em diferentes momentos ao longo do vídeo sempre que as câmeras são direcionadas ao público. Das nove músicas executadas no show mostrado no filme, seis fazem parte do álbum. A meu ver isso é evidência de se tratar de um filme composto das imagens de apenas um show e não uma coletânea de registros dos vários shows como é o caso do álbum. Assistam o filme e ouçam o álbum, a experiência é única!

irish tour

Ficha Técnica:

Gravação: janeiro de 1974

Lançamento: julho de 1974

Duração: 71 min : 77 s

Gravadora: Polydor Records

Produção: Rory Gallagher 

 

 

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 3. KISS: Alive!

Desde que me entendo por amante do rock ouvi as pessoas falarem mal do KISS. Confesso ter passado a segunda metade dos anos 90 escondendo dos amigos meu gosto pela banda. O KISS ao longo de sua história deixou que a pirotecnia de seus shows e toda propaganda em torno da banda tomassem o lugar da música. Contudo seus três primeiros álbuns são pérolas do hard rock e não dá pra aceitar argumentos que tentem rebaixá-los. Alive (1975) é o primeiro álbum ao vivo da banda e seu setlist traz uma seleção das melhores músicas de KISS (1974), Hotter Then Hell (1974) e Dressed to Kill (1975).

Para não deixar nenhuma música que valesse a pena ser inserida numa gravação ao vivo o KISS lançou o Alive no formato duplo. O sucesso de vendas foi estrondoso, foram vendidas vinte e duas milhões de cópia em todo mundo. Sendo o primeiro registro ao vivo da banda, ainda não contava com todos os ornamentos que fariam dos shows do KISS muito mais que um concerto de rock. Talvez por isso o álbum tenha ganhado tanto em sonoridade e qualidade musical; o que não se repetiria no Alive III (1993) e no que é um dos maiores fracassos do KISS, sua versão Umplugged Mtv de 1996. Fato é que após retirarem suas máscaras o KISS se tornou uma banda repetitiva, sobrevivendo do marketing produzido para promover a banda.

KISS Alive abre com Deuce cujo riff é executado após os gritos do público no início do show. A escolha de Deuce para abrir o álbum não poderia ter sido melhor. A força dos riffs de guitarra da introdução da música acompanhados pelo vocal de Paul Stanley dão a enfase necessária para contaminar seus ouvintes, liberar a adrenalina que se mantêm em picos bem altos durante os dois discos. Se você não gosta do KISS por ter sido apresentado a banda por álbuns do final dos anos 70 em diante, sugiro que dê mais uma chance aos caras. Ouça Alive, tenho certeza que sairá à procura dos primórdios do KISS. 

 FrontFicha Técnica:

Lançamento: setembro de 1975

Gravação: março a junho de 1975

Duração: 74 min : 50 seg.

Gravadora: Casablanca Records

Produtor: Eddie Kramer

 

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4. Ramones: It´s Alive!

Para um álbum do Ramones ultrapassar a marca dos trinta e dois minutos de duração foi preciso compilar vinte e oito músicas da banda. It´s Alive poderia ser um álbum quádruplo, caso fosse de outra banda devido a grande quantidade de músicas que possui. Contudo, a rapidez e a concisão sempre foram marcas registradas das músicas dos Ramones. It´s Alive se caracteriza por reunir 90% dos hits feitos pelos Ramones durante toda sua carreira. Isso se deve ao fato de ter músicas dos três primeiros álbuns: Ramones de 1977, Leave Home e Rocket to Russia, os dois últimos lançados em 1977. Esse foi um ano de intenso trabalho da banda, (It´s Alive também foi gravado nesse ano), um mês depois do lançamento de Rocket to Russia. Este fora lançado em novembro, o outro gravado em dezembro. 

Como fã paga-pau da banda considero ser suficiente dizer que trata-se dos RAMONES AO VIVO! Contudo como vivemos em um mundo controlado pelo mercado que usa da moda e propaganda afim de atrair consumidores para seus produtos, vale a pena falar mais atentamente sobre o álbum. Os Ramones hoje passaram a ser mais que uma referência do rock, do punk, da música, para ser uma estampa de roupas e outros produtos. Existe toda uma geração que não faz ideia que a famosa estampa da camisa que comprou na loja de departamentos, e que todos estão usando, se refere à mais influente banda de punk rock da história da música.

It´s Alive é o folego mais longo dos Ramones. Num só respiro são tocadas vinte e oito músicas intercaladas pela famosa contagem de Dee Dee Ramone, baixista, junkie e principal letrista da banda. It´s Alive está em segundo lugar se considerarmos a duração dos álbuns da carreira dos Ramones. Perde apenas para outro álbum ao vivo, Loco Live de 1991, cuja duração é de 1 hora e 3 minutos. Os cinquenta e três minutos de It´s Alive passam num piscar de olhos. O início de cada música surge como mais um pico na veia, pronto para manter a viagem intensa. O problema é que ao terminar de ouvir bate uma deprê muito semelhante àquela ao final do sexo. Aquela situação constrangedora quando a ejaculação acontece e deixa o sujeito na mesma situação que a do cachorro que perseguia o carro e não sabe o que fazer quando o mesmo para. Resta cair no eterno retorno do viciado que sempre procura em cada momento de um novo pico voltar à sensação provocada pela primeira vez. Se você jamais se aplicou com It´s Alive a hora é essa, aproveite bem sua primeira viagem! Para os há muito inseridos no vício de ouvir esta performance dos Ramones, eis aqui mais uma dose para vocês, sirvam-se a vontade!

Ups! Não esqueçamos que It´s Alive é o último álbum com a formação original dos Ramones. Formação que jamais seria retomada. Logo depois da gravação do disco Tommy Ramone dá lugar a Marky Ramone na bateria.

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Ficha Técnica:

Lançamento: abril de 1979

Gravação: dezembro de 1977

Duração: 53 min 49 s

Gravadora: Sire Records

Produtor: 

 

 

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5. The Jimi Hendrix Experience: Live at Monterey

Falar de Hendrix é como falar de deuses! Os deuses mitológicos claro, representações divinas da natureza humana. Ver Jimi Hendrix no palco é como ter os poderes de um xamã e por um breve momento ter um canal direto com o mundo das divindades. Quem nunca entrou em transe ao ver a performance de Hendrix no palco e se sentiu ao mesmo tempo como um grão de areia em meio à imensidão do universo e contemplado por estar diante de um deus!? Foi exatamente isso que aconteceu na cidade de Monterey! Um deus se colocou na presença de simples mortais no The Monterey International Pop Music Festival em junho de 1967! E por pouco não foram consumidos pelas chamas da loucura ao vislumbrar sua face divina. Como num festejo dionisíaco as pessoas foram desprovidas de sua racionalidade e agraciadas com a experiencia de serem totalmente conduzidas pelos seus instintos em êxtase com o som que os possuía. É possível experimentar mesmo que em grau de vivacidade menor o que foi estar neste show naquele dia! Basta ouvir o álbum The Jimi Hendrix Experience: Live at Montrey. 

O show do The Jimi Hendrix Experience no Festival de Monterey mudou para sempre os rumos do rock´n roll. Mais que uma apresentação tivemos no palco um ritual religioso consagrado às divindades da música. Há toda uma mística carregada de simbolismo em torno do show de Hendrix no festival de Monterey. A começar por marcar o retorno de Hendrix aos Estados Unidos depois de passar uma temporada na Inglaterra onde caiu como uma bomba atômica na cena rocker britânica. Lá estavam os maiores guitarristas da época e que a história os colocaria entre os maiores de todos os tempos. Jimmy Page, Jeff Beck, Pete Townshend e claro o God, com letra maiúscula, tal qual o Deus das religiões monoteístas, Eric Clapton. Todos tiveram que prestar reverência ao deus negro da guitarra que tocava seu instrumento com swing, sensualidade, genialidade e técnica que os britânicos jamais conseguiriam reproduzir em todas as suas cores.

Assim como o God monoteísta, Clapton viu sua celebração monótona e cheia de protocolos cair por terra diante do ritual festivo e orgiástico de um deus que desperta em seus seguidores a vontade de celebrar os prazeres dos sentidos em todas as suas múltiplas possibilidades de realização. Assim como Dionísio que primeiramente foi reconhecido como deus em terras estrangeiras para depois buscar o reconhecimento em meio aos gregos, Hendrix volta à sua terra natal para reclamar seu devido lugar no panteão da música. 

Outro aspecto da apresentação de Hendrix em Monterey são as releituras de músicas marcantes de outras bandas e músicos. A primeira delas a ser executa é Killing Floor de Chester Burnett, que teve na versão do mestre Howllin Wolf a marca definitiva da canção. A versão de Hendrix é tão marcante e se afasta tanto daquela feita por Wolf que torna-se quase outra música. O toque de Hendrix a transformou e lhe roubou a identidade original. Nunca foi segredo a admiração de Hendrix por Bob Dylan e seu retorno aos Estados Unidos certamente não seria completo e marcante se a devida reverência não fosse prestada a seu ídolo. Começa mandando um riff da pesada, numa pegada forte e aí vem a calmaria. Enquanto conversa com o público Hendrix dedilha na guitarra a harmonia de Like a Rolling Stone. A interpretação de Hendrix emociona por sua suavidade inicial e que aos poucos vai dando lugar a uma intensidade que vai crescendo aos poucos durante a música até seu momento apoteótico no final.

O próximo cover é Hey Joe, música a qual Hendrix marcou de modo tão profundo que não há quem não pense se tratar de uma composição sua. O show se encerra com Wild Thing dos The Troggs. E nenhuma coisa no universo foi mais selvagem que a execução de Hendrix desta música. Uma nova ordem foi dada ao cosmos do rock´n roll quando Hendrix deu a primeira mãozada na guitarra dando início a Wild Thing. A guitarra de maneira impressionante foi transmutada em mulher e a cópula mais selvagem teve início ali diante de todos. Dor e prazer se misturaram e num instante de êxtase todos perceberam estar diante de um ritual. E ritual pagão que se prese tem que ter um sacrifício no final. E após cumprir os procedimentos de finalização da cerimônia o sacrifício aconteceu. Enquanto as chamas consumiam o corpo da vítima, Hendrix em transe gesticula para o fogo se fundindo à guitarra.

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Ficha Técnica:

Lançamento:29 de outubro de 2007

Gravação: 18 de junho de 1967

Duração: 43: min : 08 seg.

Gravadora: Geffen, UMe

Produtor: Janie Hendrix, Eddie Kramer e John McDermott

 

Sobre o Autor

Carlim

Jornalista musical instantâneo, saxofonista entre quatro paredes, híbrido de mineiro e baiano, ex-ateu, devoto ardoroso de São Victor do Horto e fanático religioso da Igreja Universal do Reino do Galo,

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